Bambas de Sampa recebe Geovana, Toinho e Guiga de Ogum no Rio Verde

O grupo Bambas de Sampa recebe os veteranos Guiga de Ogum, Toinho Melodia e Geovana no show “Todo Mundo Tem Que Falar”. O encontro musical acontece nesta sexta-feira, dia 28, na Estação Rio Verde, a partir das 22h. As entradas custam até R$30. Confirme presença no evento oficial do Facebook!

Em “Todo Mundo Tem Que Sambar”, o grupo Bambas de Sampa homenageia os mestres baianos Edil Pacheco, Riachão e Guiga de Ogum.

Formado por Paulinho Timor, Paula Sanches, Flora Poppovic, Mariana Furquim, Caê Rolfsen, Fabricio Alves, Gregory Andreas, Renato Enoki Cadu Barros, Koka Pereira, Andre Piruka, Gabriel Batatinha, Seraina, Caca Sorriso, Miró Parma e Marcelo Homero, o grupo já se apresentou por diversas cidades do Brasil e integrou a programação ofical do Carnaval de Salvador em 2017.

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Escute o álbum “Todo Mundo Tem Que Falar”: 

Saiba mais sobre os convidados:

Geovana

Geovana ficou conhecida por ser “A Deusa Negra do Samba Rock” a partir do sucesso do seu primeiro LP, gravado em 1975, “Quem tem carinho me leva” (imagem abaixo). Ao longo da sua trajetória, a artista teve músicas gravadas por nomes importantes como, por exemplo, Clara Nunes, Wilson Simonal e Martinho da Vila e participou de importantes momentos históricos como os encontros e apresentações do Teatro Opinião, no Rio de Janeiro, no final da década de 1960.

É de sua autoria clássicos do cancioneiro popular como “Irene”, canção que ganhou fama na interpretação do conjunto Fundo de Quintal, e “Beijo Sabor Cerejeira”, um clássico do samba-rock, do qual Geovana se tornou uma referência, assim como do partido alto, subgênero do samba.

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Guiga de Ogum

Poeta, sambista, baiano, filho de Oxalá e devoto de Santo Santonio, Guiga também é considerado um dos pilares do samba baiano. Gravado por Jorge Aragão, Nelson Rufino, Lenny Andrade e pelo grupo Filhos de Gandhi, Guiga compôs, entre outras músicas, os sucessos “Rainha do Mar”, “Água de Cheiro” e “Deus Mandou”.

Toinho Melodia

O sambista nascido no Recife chegou à cidade de São Paulo em 1962. Inspirado pelas constantes transformações no seu cotidiano, Antonio Freire de Carvalho Filho, mais conhecido como Toinho Melodia, passa a cantar situações diárias em que ele mesmo é testemunha ou protagonista.

Consagrado nas escolas de samba Unidos do Morro de Vila Maria, Unidos do Peruche, Vai-Vai e Camisa Verde e Branco, o compositor passa a apresentar suas composições também em comunidades como o Samba da Vela, Pagode da 27, Comunidade Maria Cursi e Kolombolo. Também caminhou ao lado de diversos bambas da paulicéia como Jangada, Talismã, Toniquinho Batuqueiro e Zeca da Casa Verde.

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Desde 2013, Toinho comanda o Conjunto Picafumo em rodas de samba que sustentam a bandeira das composições autorais, ainda cantando a cidade em crônicas comoventes. Em 2018, o sambista lançou primeiro CD, “Paulibucano”.

 

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