Hoje é dia de combater o racismo; é dia de celebrar o legado de Makota Valdina


A cada 21 de março choramos uma “Lágrima do Sul” pelas vítimas da chacina de Shaperville, que em 1960 foram covardemente assassinadas pela polícia sul-africana.

Desde  1966, portanto, há 53 anos, a  ONU elegeu a data como um marco para a eliminação da Discriminação Racial, e instituiu o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.

Esse ano, aqui no Brasil, a data  se reveste de uma importância ainda maior porque acabamos de perder  uma grande liderança religiosa e militante da causa negra!

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Falo da educadora  Makota Valdina, que aos  75 anos, morreu na última  terça-feira (19), em Salvador, Bahia.

Ambientada na religião de matriz africana desde pequena – sua mãe era do candomblé – Makota só aderiu ao candomblé nos anos 70, quando tomou consciência do racismo.

E como é bom ouví-la resgatar sua própria história.

Nesse depoimento Makota fala dos anos 70 como um marco na sua cidadania. Na cidadania do povo brasileiro a partir, por exemplo,  do surgimento do Movimento Negro Unificado e do Ilê Aiyê!

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Por isso chamamos a participação de Iêda Leal, Coordenadora Nacional do MNU para, em memória, homenagear Makota Valdina!

Por Afrobrasileiros

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